A Jornada Mundial da Juventude se encerrou no último dia 27, e o arcebispo de Brasília e presidente do Portal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o cardeal Sergio da Rocha, e o bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência, dom Vilsom Basso, ofereceram suas considerações sobre o evento, que chegou a reunir mais de 600 mil pessoas na Cidade do Panamá, em momentos que contaram com a participação do papa Francisco.

Encerramento da JMJ. Foto: Reprodução

“A JMJ revela o amor da Igreja pelos jovens e, ao mesmo tempo, o amor dos jovens pela Igreja. As cenas bonitas da multidão de jovens, sempre muito animados e unidos ao Papa, mostra que os jovens valorizam a Igreja e querem caminhar com a Igreja, com o Papa e com os jovens do mundo inteiro”, afirma o cardeal Sergio da Rocha. Ele ressalta ainda que esta é “ocasião especial para renovar a esperança e o compromisso de evangelizar a juventude contando com os próprios jovens”.

Multidão participa de missa de encerramento. Foto: Reprodução

Diante desse cenário de esperança na juventude, é importante ressaltar a fala do Santo Padre, ao afirmar da necessidade dos jovens de atuarem no Hoje, e não esperarem pelo futuro. Na avaliação de dom Vilsom Basso, a mensagem do papa Francisco “foi outra vez forte, simples penetrante e inspiradora”. Dom Sergio conta que o papa “nos incentivou a olhar para a realidade concreta da juventude, procurando amar e servir a todos, especialmente os que passam por situações mais difíceis”, indicando ainda a JMJ como convite à atuação não somente no interior das comunidades, “mas também na vida cotidiana, testemunhando a fé nos diversos ambientes da sociedade, especialmente no meio dos jovens”.

A Cidade do Panamá, apesar de pequena, cumpriu com o seu papel de sede de um grande evento. As estruturas foram satisfatórias, o sistema de transporte e distribuição de alimentos supriram as necessidades dos milhares de peregrinos inscritos. Para essa jornada, estiveram presentes 5.898 peregrinos brasileiros, número muito inferior aos 12mil inscritos em Cracóvia. Porém, o anúncio da nova sede da JMJ 2022, em Lisboa, encheu de esperança os brasileiros que já afirmam se preparar para o evento.

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